quer um pedacinho do que se chama felicidade?

para que eles com estes sorrisos me iluminem na vida. hoje. amanhã. e sempre.
eu não havia pensado que um dia na minha vida possa existir um recomeço.
na verdade não havia pensado em mudança. não havia.
e incertamente não penso.
Como é que a gente pensa numa coisa que ociosamente pensamos em não pensá-la?
isso parece soar estranho.
ou parece ser filosofia barata.
mas, o que acontece é que no meio de um pedaço de minha vida, eu a reparto em várias.
na ânsia de viver tudo e todos ao mesmo tempo.
como vou saber da verdade, se ela não se mostra?
a verdade é um troço muito esquisito. como sabê-la? não existe forma ou fórmula. a verdade só é verdade quando vivida. quando experimentada.
eu acho que quero saber a verdade. eu acho que tenho medo de sabê-la.
eu acho que quero conversar. eu acho que preciso.
ou não.
é que eu sempre preciso da urgência. sempre preciso e padeço na incerteza.
sempre caio em cheio no extremo da coisa que ainda não é.
da coisa.
e como se eu andasse em pleno desequilíbrio estético da minha vida... o equilíbrio completa a imperfeição dela. de forma externa, alegria e beleza. interna e assustadoramente o desequilíbrio me consome, e corrói a carne do invisível corpo do que eu sinto.
parece um sopro. acontece levemente até tornasse vento. circunferência de um tufão que cresce aqui dentro.
abate-me novamente os pensamentos pequenos de um ser humano em sua ignorância contida sobre o amor.
será amor?
em uma mesma frase não se deve conter a palavra 'será' e a palavra 'amor'.
aliás amor não é palavra.